Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes - Olhão - Biblioteca Escolar da Escola E.B. 2,3 Dr. António João Eusébio - Moncarapacho
Exposição de Castelos
As Olimpíadas da História - Entrega de Prémios
Trabalhos dos alunos - "As Invasões Francesas em Moncarapacho"
Quando as Invasões francesas comandadas pelos exércitos de Junot chegam ao Algarve a província sofre dificuldades, após o levantamento patriótico de Olhão, Moncarapacho dá imediatamente a sua colaboração, sendo eles os Capitães das Milícias Manuel Madeira Nobre e Leonardo Palermo de Faria, os primeiros a dar o seu auxílio no combate à ponte Velha de Quelfes, ao mesmo tempo que o Major João Xavier de Castanheda arregimenta mancebos para a luta e ele próprio dá em tal emergência um excelente exemplo.
Durante as campanhas napoleónicas, dizem os antigos, sempre o ouviram referir, que muitos soldados Moncarapachenses foram dar combate aos franceses para além dos Pirinéus.
Visita de Estudo a Faro
Realizou-se no dia 4 de Fevereiro uma Visita de Estudo a Faro. Esta actividade foi dinamizada pela Coordenação da Biblioteca Escolar em articulação com o Departamento de Ciências Humanas.
A Visita decorreu com bastante entusiasmo por parte dos alunos do 6º Ano, Turma -A.
Deve referir-se que a imprevista intempérie não permitiu que se fizesse a visita guiada ao centro histórico da cidade de Faro. No entanto a visita ao Museu, foi muito apreciada por todos os alunos que tiveram a oportunidade de ver exposições de pintura e diversas salas onde se evidencia o passado histórico do nosso país/região.
O almoço decorreu no Instituto da Juventude e de tarde visitaram a Biblioteca Municipal de Faro. A guia foi muito elucidativa e os alunos apreciaram as suas explicações tendo a mesma feito um elogio ao grupo/turma pelo seu entusiasmo e curiosidade demonstrado durante a visita aos diversos espaços da Biblioteca.
OLIMPÍADAS DA HISTÓRIA
1º Lugar - Equipa – A - Turma - A
Organização: Departamento de Ciências Humanas em articulação com a Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos
OLIMPÍADAS DA HISTÓRIA
História e Geografia de Portugal
5º Ano 9 de Junho – 9 horas
Local - auditório
Constituição das Equipas
Equipa – A
1. Tiago
2. Timur
3. Inês Simão
4. Sérgio F.
5. Pedro
Equipa – B
1. Isabella
2. Daniela
3. Juliano
4. Daniel
5. Leonardo
Equipa – C
1. Joana
2. Óscar
3. Bernardo
4. Miguel
5. Anastasya
Organização: Departamento de Ciências Humanas em articulação com a Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos
Palestra
Visita de Estudo a Lagos e Sagres em 18 de Junho de 2008
Plano da Visita:
8. 15 h – Concentração em Moncarapacho
8. 30 h – Partida
9. 30 h – Visita à “Caravela Boa Esperança”
11. 30 h – Visita ao Forte da Bandeira de Lagos
12. 45 h – Almoço (farnel pelos alunos)
14. 00 h – Partida para Sagres
15. 00 h – Visita à Fortaleza de Sagres
16. 00 h – Regresso para Moncarapacho
17. 30 h – Chegada prevista a Moncarapacho
Locais a visitar:
Lagos
Segundo a história mais recente, Lagos foi conquistada definitivamente aos mouros no ano de 1249 por D. Paio Peres Correia, sendo o ano de 1266 apontado como a data em que Lagos recebeu o primeiro foral, atribuído por D. Afonso III.
No entanto, foi no reinado de Afonso IV que Lagos se afirmou, precisamente com a reconstrução das muralhas da praça e com a vinda para a cidade do governo militar do Algarve.
A 5 de Janeiro de 1361, no reinado de D. Pedro I, Lagos passa a Vila e Concelho com jurisdição própria. Até esta data estava sob o comando do Bispo de Silves que o havia recebido por doação do rei de Castela.
Lagos, revela-se com bastante importância, em 1415, no reinado de D. João I, em virtude dos Descobrimentos Portugueses.
A Caravela Boa Esperança
A caravela Boa Esperança distingue-se pelo seu aspecto quase tosco, mas a sua aparência não passa disso mesmo, aparência. A caravela prepara-se para chegar ao Brasil no ano 2000 seguindo a rota de Pedro Álvares Cabral.A Boa Esperança é a réplica de uma caravela quinhentista portuguesa - daquelas com que o reino desbravou os caminhos dos oceanos, naquele que foi talvez o mais duradouro projecto português: os descobrimentos.
Também conhecido como Forte do Pau da Bandeira, fica localizado junto à ribeira de Bensafrim e ao mar, é uma construção de carácter defensivo (século XVII), com fosso e ponte levadiça.
O pequeno areal onde foi construído assistiu às primeiras vendas de escravos, na época em que os portugueses iniciavam as grandes aventuras além-mar sob a orientação do infante Dom Henrique. Hoje, este espaço é utilizado para as celebrações de uma das festas mais tradicionais de Lagos: o Banho 29. Considerado como purificador, em tempos idos a população do concelho deslocava-se como podia para tomar banho de mar à meia-noite no dia 29 de Agosto.
Em 1573, por ordem de D. Sebastião, surgem os primeiros baluartes na Fortaleza de Sagres. Dispostos nos extremos da muralha henriquina, protegiam a porta de entrada através do cruzamento de fogo entre si. Mais tarde, durante o reinado de Filipe I de Portugal (1581-1598), o monarca teria mandado construir uma torre sobre a barbacã henriquina, sob a qual se processava a entrada na Fortaleza através de um túnel que ligava a porta de entrada ao interior do recinto. No topo desta torre, ou Torreão Central, encontrava-se uma plataforma devidamente preparada para a colocação de peças de fogo, aumentando o poder defensivo da Fortaleza de Sagres. Todavia, o traçado da muralha permanecia inalterável, pelo que, apesar destas alterações, continuava ainda a ser uma fortificação de transição.
A Fortaleza de Sagres insere-se na categoria de fortaleza marítima. Mas, não é a sua localização junto da linha de costa que lhe confere esse carácter de Fortificação Marítima, mas o fim a que se destina, ou seja, toda uma estratégia voltada para a defesa da linha de costa e controlo da navegação.
O Promontório de Sagres situa-se numa óptima posição estratégica uma vez que, para além de guardar e proteger duas enseadas que constituem excelentes ancoradouros e pontos de desembarque, revela-se como um óptimo ponto de observação e controlo da navegação costeira entre o Mediterrâneo e o Atlântico.
Devemos considerar o importante peso estratégico que esta região possuía, uma vez que era ponto de passagem, praticamente obrigatória, para as embarcações, comerciais ou não, que faziam a ligação entre o Mediterrâneo e o Atlântico Norte, para além da sua proximidade com o Norte de África e das vantagens que daí poderia resultar para o projecto expansionista português nessa região e que havia começado com a conquista de Ceuta.
Assim se explica o interesse do Infante pela região de Sagres, bem como a sua iniciativa de aí fundar uma vila fortificada que permitisse o apoio e defesa à navegação, à qual deu o nome de Vila do Infante.
OLIMPÍADAS DA HISTÓRIA
5º Ano
Regulamento:
Cada turma selecciona uma equipa de 5 alunos;
Os cincos alunos seleccionados escolhem um porta-voz;
As questões são colocadas a cada equipa por sua própria escolha (Cartão);
A equipa tem um tempo de 30 segundos para a resposta;
A equipa em jogo tem um crédito de 3 ajudas durante o jogo (podem recorrer a outros alunos da turma);
As Olimpíada têm uma duração de 45 minutos;
O jogo contém 50 questões referentes ao programa do ano a que se referem as Olimpíadas;
Cada turma recebe um Certificado de participação (Para incluir no PCT);
Cada aluno da equipa premiada recebe um Certificado de Mérito;
O porta voz de cada equipa receberá um prémio surpresa na categoria de 1º, 2º ou 3º Prémio
Organização: Departamento de Ciências Humanas e Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos
Comemorações do 25 de Abril
No dia 24 de Abril, comemorou-se o 25 de Abril de 1974, no nosso Agrupamento.
Foram passados vídeos da época, Power-Points e Canções de Abril. Pelas 14 horas esteve presente na nossa Escola o Capitão “António da Varanda”, que testemunhou na 1ª pessoa, as dificuldades vividas pelos militares em África durante o período da Guerra Colonial.
Nesta Palestra contámos com a participação de familiares de alguns alunos onde foi relatado um episódio vivido por um estrangeiro residente no Algarve e que se deslocou ocasionalmente a Lisboa na madrugada do dia 25 de Abril de 1974.
Público-alvo: Professores e alunos e familiares do Agrupamento de Escolas de Moncarapacho.